segunda-feira, 29 de julho de 2013

Jambalaiá e banho de Chop

Jambalaiá e banho de Chop

Era mais um sábado normal! Mesmo com o clima mais frio e com temperaturas mais baixas, o sol resolveu sair nesse dia.
Por mensagem de celular os três mosqueteiros começaram a pensar em como eles poderiam curtir aquele dia.
A principio a ideia era ficar mais "de boa", talvez uma cervejinha em casa, acompanhado de um videogame. Programinha mais light com os amigos.

Enquanto Menino ainda dormia, Zé e Bubu começaram as negociações e resolveram se encontrar às 3 da tarde para decidir os planos do dia. Os dois sentaram num barzinho e tomando um chopinho foram buscando opções. O Menino deu sinal de vida, e estava indo a encontro dos demais no bar. 
Já calculando que o dia poderia ser longo, Zé do Pré resolveu ir até a farmácia e comprar alguns remedinhos que ajudam a minimizar os efeitos da bebedeira, no dia seguinte. Atravessando a rua no semáforo, coincidentemente encontrou com o Menino passando dentro do carro.

Tomaram o último chope e então o mais novo chegou cheio de maldade embutida e sugeriu que eles fossem para um bar Primeiro e depois deixar a noite fluir. Por sorte um amigo músico de Bubu estava tocando com sua banda de pop/rock Jambalaia-  num bar em Água Claras (cidade satélite de Brasília), e assim que terminaram o chopinho, se dirigiram imediatamente para lá. Antes uma pausa rápida na padaria. Compra uns pães de queijo, uma cervejinha importada e cara e Bubu ganha uma cantada escancarada da jovem atendente, na frente de todos presente no recinto. Já era um sinal do que estava por vir, a noite prometia.

Devidamente abastecidos pegaram estrada e logo chegaram ao local. Apesar de atrasados, a banda ainda estava tocando. Eles pegaram uma mesa próxima ao som. Devidamente instalados e com a bexiga vazia, foram decidir juntos o que beber. Menino, que dentre eles é o que pega mais leve, no dia resolveu que iria ficar naquele modelo, foi quem escolheu a pedida.
Um combo de vodca importada + algumas caixinhas de água de coco. Aquela tentativa de beber e ao mesmo tempo hidratar o corpo. Todos toparam!
Mais uma vez trataram de fazer amizade com o garçom e assim garantiram atendimento privilegiado.

Sentados e ouvindo a banda tocar, os penetras foram consumindo aquele combo, como se fosse cerveja ou água. O copo chegava à metade, eles prontamente já completavam. E em menos de uma hora a garrafa já tinha passado da metade.
O amigo músico se juntou a mesa, assim que acabou o show. Chegou sugerindo opções do que fazer pós-bar.
Eles queriam sair dali e cair direto em uma festa para poder curtir tudo aquilo que estava sendo ingerido. 
O plano principal era cair na noite, para eles poderem cair em cima da mulherada. Esse era o foco e objetivo naquela noite.
O amigo músico se agilizou e foi atrás do rabo de saia garantido e os penetras ficaram ali confabulando para onde os três iriam.

Obviamente que a bebida já tinha subido e eles já estavam mais soltos e com menos controle corporal. Zé do Pré, uma pessoa bem expressiva, foi contar uma história e se empolgou. Utilizou as mãos euforicamente e quando viu já tinha causado o estrago. Foi total cena de filme. Sua mão direita super elétrica e bêbada, encontrou em seu caminho um garçom que trazia na bandeja 3 copos de chope, para servir a mesa ao lado. O golpe foi certeiro, pegou embaixo da bandeja e pelo menos um copo caiu inteiro em cima de uma mulher, que estava com as costas de fora e foi toda contemplada com aquele banho de cevada.
Zé do Pré e Bubu tiveram uma crise de riso instantânea. Eles mal conseguiam se desculpar de tanto ri. O garçom que teve sua bandeja atingida ficou bravo, muito bravo e foi logo apontando para o namorado da moça quem tinha sido o culpado da tragédia.
O Menino tentou pedir umas desculpas e contornar a situação, até que Zé pudesse se recompor e ir diretamente se redimir com a mesa banhada de chope. 

Passado o episódio hilário, a garrafa foi cada vez mais chegando ao fundo e secando. Era hora de pagar a conta e cair na gandaia.
Para onde ir?
"Tem uma amiga minha que esta saindo, mora aqui perto, vamos ver com ela de qual é pra hoje!", sugeriu Bubu.
Sem vergonha na cara, Zé pegou o telefone e ligou para a gatinha. Papo vai, papo vem, eles acabaram convencendo a menina a se juntar aos penetras no bar.
Só que o Menino estava com fogo na roupa e queria curtir por ali mesmo. Sugeriu dos penetras caírem para algumas baladas sertanejas, ou bem do povão. Essas que onde as mulheradas estão bem soltinhas.
Ideia negada imediatamente pelos outros dois.

Eles começaram a considerar a hipótese de irem para festa de comemoração de uma balada conhecida na cidade. Só que eles praticamente teriam que voltar de onde eles saíram à tarde. Menino não estava gostando muito dessa opção, mas na hora acabou sendo voto vencido, valeu a democracia dos mais velhos. A Gatinha acabou demorando a aparecer no bar e eles acabaram combinando de encontrá-la também nessa festa.

Por fim eles voltaram pra cidade para ver como seria essa festa, a festa do Quinto...


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